De um historiador premiado, vem uma narrativa deslumbrante sobre o nascimento da antropologia cultural e dos cientistas aventureiros que a criaram — uma crônica abrangente de descobertas e a fascinante história da origem do nosso mundo multicultural. Um século atrás, todos sabiam que as pessoas eram destinadas, por sua raça, sexo e nacionalidade, a serem mais ou menos inteligentes, educadas ou combativas. Mas um professor da Universidade de Columbia, Franz Boas, analisou os dados e concluiu que todos estavam errados. As categorias raciais, insistia ele, eram ficções biológicas. As culturas não vinham em pacotes organizados rotulados como primitivas ou avançadas. O significado de família, uma boa refeição ou mesmo bom senso era produto da história e das circunstâncias, não da natureza. Em Deuses Supremos, uma narrativa magistral de ideias radicais e vidas apaixonadas, Charles King mostra como essas intuições levaram a uma reformulação fundamental do imaginário sobre a diversidade humana. Os alunos de Boas foram algumas das figuras mais pitorescas, visionárias e pouca reconhecidas do século: Margaret Mead, a eloquente pesquisadora de campo cujo Adolescência, Sexo e Cultura em Samoa está entre as obras de ciências sociais mais lidas de todos os tempos; Ruth Benedict, o grande amor da vida de Mead, cujas pesquisas moldaram o Japão após a Segunda Guerra Mundial; Ella Deloria, a ativista de Dakota Sioux que preservou as tradições dos nativos norte-americanos nas Grandes Planícies;
Peso: | 0.5 kg |
Número de páginas: | 448 |
Ano de edição: | 2021 |
ISBN 10: | 855081511x |
ISBN 13: | 9788550815114 |
Altura: | 24 |
Largura: | 17 |
Comprimento: | 2 |
Edição: | 1 |
Idioma : | Português |
Tipo de produto : | Livro |
Assuntos : | Filosofia |
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