psicanalista Maria Rita Kehl retorna às livrarias com uma coletânea de crônicas 18 artigos publicados no jornal O Estado de S Paulo e outros 26 em veículos como Teoria e Debate, Folha de SPaulo e Época escritos ao longo da última década. Estão contemplados nesta obra textos célebres como Dois pesos que expõe as fissuras de uma sociedade desacostumada com a participação dos mais pobres. Maria Rita questiona o papel do psicanalista na imprensa para ela não se trata de explicar certos fenômenos e comportamentos que intrigam a sociedade e ajudam a vender jornais mas sim de escutar o sintoma social. O melhor que um psicanalista pode fazer na imprensa é quase idêntico ao melhor que pode fazer um jornalista por vocação indagar o objeto de seu interesse para além dos automatismos ideológicos e do conforto da teoria aplicada afirma na apresentação do novo livro publicado pela Boitempo Editorial. O impacto inquietante que a notícia sobre o inconsciente provocou nas sociedades bem comportadas do início do século XX deu lugar cem anos depois à expectativa de que a psicanálise possa oferecer explicações confortadoras para o mal estar na civilização. Mas a psicanálise não tem vocação apaziguadora. A grande potência do dispositivo analítico continua a ser a de desestabilizar certezas, crenças, ilusões, defesas neuróticas, fortalezas narcísicas. O paralelo com a atividade jornalística vem de referências pessoais. Antes de trabalhar em clínica Maria Rita escreveu para vários jornais de grand
Peso: | 0.25 kg |
Número de páginas: | 160 |
Ano de edição: | 2011 |
ISBN 10: | 8575591851 |
ISBN 13: | 9788575591857 |
Altura: | 21 |
Largura: | 14 |
Comprimento: | 2 |
Edição: | 1 |
Idioma : | Português |
Tipo de produto : | Livro |
Assuntos : | Ciências Políticas |
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